Friday, February 12, 2010

Rômmel Quer Cachaça


O talentoso músico Rômmel Ribeiro lançou ontem sua nova música Cachaça. Baseada em elementos eletrônicos, a canção é uma autêntica expressão da brasilidade do maranhense. O estilo, que já é bem sucedido na Música Popular Brasileira através principalmente da obra de Fernanda Lima, promete ser hit em mais um Carnaval no Brasil. Rômmel lança a novidade no Canadá.

Confira clicando aqui o novo sucesso de Rômmel Ribeiro.
Clique na foto acima para acessar o perfil dele no Facebook.

Friday, February 5, 2010

Falta de Neve Estraga Planos Olímpicos

Os quatro graus centígrados que vêm fazendo em Vancouver estão assustando os organizadores das Olimpíadas de Inverno. Provas de esqui e snowboard estão ameaçadas.

Thursday, February 4, 2010

Rainha Ibérica Nua

Na Espanha, a imagem da Rainha Maria Ana de Áustria, casada com Filipe III, aparece nua em cartaz publicitário e causa polêmica entre os que nasceram nos dois países.

Comportamento Gay Incomoda General

O General Raymundo Nonato de Cerqueira Filho, aprovado ontem pelo Senado brasileiro para ser Ministro do Supremo Tribunal Militar, convida gays a deixarem o Exército. Responda à enquete ao lado sobre a homofobia!

Gols da Quarta-Feira no Brasil

Confira os gols dos campeonatos regionais por todo o Brasil no dia de ontem (03/02/2010).

Wednesday, February 3, 2010

Nova Aparência do Real



Clique aqui para ver como foi a evolução das notas no Brasil.

Wednesday, January 27, 2010

Comunidade Portuguesa Ajuda Haiti e Entra Para História


O CCPAU está cheio de programações para este sábado, dia 31 de janeiro. O Centro Desportivo Cultural e Jovens (CDCJ), ligado ao CCPAU, informa que haverá dois eventos grandes no mesmo dia. O primeiro será um almoço em ajuda ao Haiti e aberto a toda a comunidade. O segundo, uma fotografia que vai parar nos anais do futebol do Québec.

O almoço será na sede do Centro Comunitário na Rua Hanson, 42, no setor Hull de Gatineau. Começará às 7:00pm e o preço individual será Cad$25.00, dos quais Cad$15.00 de cada um irá diretamente para o Haiti. Para fazer as reservas, é preciso enviar um e-mail para ccapu.adm@videotron.ca e todas as pessoas podem participar. "A comida portuguesa é excelente", garante José Carlos Rodrigues, Presidente do CDCJ.

A fotografia será para a Federação de Futebol do Quebec. Todos os membros do CDCJ que participaram efetivamente do grupo desde agosto de 2009 estão convidados a estar na fotografia comemorativa dos 100 anos da federação. Os membros do FC Unidos posarão para a foto às 8:45pm deste sábado, dia 30.

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Thursday, January 21, 2010

Um Brasileiro Sacudindo Montreal


Hamilton Cidade, o brasileiro que vem sacudindo Montreal com seus eventos e programa de rádio, foi entrevistado pelo Cena Canadense. O simpático guerreirro da cultura está organizando uma Feijoada Brasilusa que já encheu os olhos de vários internautas glutões do Facebook. Seu Programa Sexta Brasil também já é sucesso na cidade e na Internet.

ENTREVISTA:
Cena: É o primeiro evento desta natureza que o senhor organiza? Se houver outros, o senhor pode descrever quais e quando ocorreram?
Hamilton Cidade: Feijoada eu já organizei uma alguns anos atrás no Bayou Brasil. No ano passado organizei juntamente com uma comissão de voluntários o Arraial Fest, ou seja, a festa junina brasileira e foi um sucesso. Na passagem de ano 2010 organizei o Réveillon Viva Rio - Party en Blanc no Lion d'Or em Montreal e foi um outro sucesso de público. Na Université du Québec à Montréal quando estava estudando Animation et recheche culturelles onde me especializei em organização e animação de eventos inter-culturais, tive a oportunidade de organizar diversos eventos com o tema Brasil e lusofonia.

Cena: O que é exatamente uma feijoada brasilusa, existe feijoada em Portugal?
Hamilton Cidade: O evento consiste em criar uma atividade cultural e gastronômica luso-brasileira, tem vários objetivos, entre eles ser uma atividade onde as pessoas possam se divertir e criar novos amigos. No inverno ficamos muito em nossas casas, e atividades como estas são muito boas para sairmos da rotina invernal. Portugal possui uma feijoada maravilhosa, que já tive o prazer de provar. Muitos brasileiros desconhecem esta iguaria, neste caso o evento vai ser o local ideal para descobrir este prato. Sem esquecer que vamos ter dois artistas cantando na festa, um brasileiro e uma portuguesa. No quesito dançante vamos ter uma passista para dar um clima festivo ao evento.

Cena: Quais são as suas relações com o Brasil e com Portugal?
Hamilton Cidade: Sou descendente de portugueses, amo esta raiz, me considero lusófono com orgulho!

Cena: Como é possível encontrar todos os ingredientes de feijoada em Montreal? É preciso fazer alguma adaptação?
Hamilton Cidade: Encontramos todos os ingredientes da feijoada em Montreal. Isto é uma característica da riqueza gastronômica da cidade. Aqui encontramos de tudo um pouco, do açaí a farinha de mandioca. Espero um dia encontrar mais iguarias do norte do Brasil.

Cena: Como se deu a escolha de Rommel Ribeiro para fazer o espetáculo no dia da feijoada?
Hamilton Cidade: Rommel Ribeiro é uma artista de grande talento, vi seu show acústico e achei e acho ideal para cantar no evento.

Cena: Rômmel Ribeiro, apesar de tão jovem, recebeu recentemente, como artista convidado do grupo People Project, o prêmio de "Álbum da Semana" no México, concedido pelo próprio Governo Mexicano. Além disso, ele é uma das mais importantes expressões da música brasileira no Canadá, fazendo sucesso em Montreal, Ottawa e Toronto. Qual é a sensação de se ter um artista desse calibre fazendo um espetáculo durante a sua feijoada?
Hamilton Cidade: Já gostava do Rommel Ribeiro antes dos reconhecimentos, continuarei o apoiando e sua presença vai nos enriquecer de talento e profissionalismo.

Cena: A ideia da feijoada tem algum fundo festivo?
Hamilton Cidade: Claro que sim, feijoada para nós brasileiros é sinonimo de festa. Comemos, encontramos os amigos, crianças encontram amiguinhos, outros vão comparar com às feijoadas do Brasil. Isso é uma feijoada, um conjunto de coisas que fazem parte do evento!

Cena: Como o Consulado Brasileiro apóia a sua iniciativa?
Hamilton Cidade: O consulado nos apoia sempre enviando um comunicado a comunidade brasileira. Isso é muito importante, pois a comunidade brasileira está em crescimento no Québec. Somente no ano passado recebemos na Belle Province mais de mil novos brasileiros. Precisamos ter atividades sócio-culturais para estes recém chegados. Na feijoada todos vamos estar juntos, recém chegados, mais antigos, brasileiros, portugueses, canadenses de origem, então uma boa oportunidade de lazer, cultura e integração.

Links relacionados:
Feijoada Brasilusa
Programa Sexta Brasil
Hamilton Cidade
Rômmel Ribeiro
People Project

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Tuesday, January 19, 2010

Lusófonos Invadem o Facebook


Os falantes de Língua Portuguesa do Canadá e de todo o mundo estão tomando conta do Facebook. Depois de passada a ressaca de ano novo, houve uma verdadeira explosão de grupos, comunidades e eventos no site de relacionamentos mais famoso da Internet. Além dos tradicionais artistas e pessoas comuns, há agora lugares onde os lusófonos podem se reunir sob os mais diferentes títulos.

Os maiores grupos são os mais generalistas, como o recordista Todos os Lusófonos do Facebook, que reúne mais de 11 mil pessoas e foi criado por Alex Souza. Com quase dois mil associados há o grupo Eu falo Portguês! I speak Portuguese!, criado por Ivandro Pereira. Em geral esses grupos têm vários objetivos, mas o principal deles é servir de ponto de encontro de culturas que têm em comum a origem de sua língua.

Os lusófonos moradores do Canadá utlizam o Facebook para promover eventos e marcar encontros que valorizem suas culturas originais. O Portuguese Community of Montreal é todo escrito em inglês, tem 450 membros e foi criada por Shawn Francelino Caetano Medeiros. A Communauté brésilienne Québec - Comunidade brasileira Québec tem 90 membros e foi gerada por Hamilton Cidade. Brasileiros em Toronto foi uma iniciativa de Andrew Atella e já reúne 190 pessoas. Os Brasileiros em Ottawa / Brazilians in Ottawa já reúne 210 membros e foi uma ideia de Jorge Pinto. Em Montreal, há o Brazilians in Montreal - Brésiliens à Montreal - Brasileiros em Montreal, iniciativa do trio Raphael Cavalcanti, Geórgia e Marco Osorio que já reuniu 140 pessoas. Vancouver não fica atrás, com Brasileiros em Vancouver, com 47 membros e criado por Juliana Quadros Mollica. Qualquer evento lusófono nessas cidades tem passagem de divulgação obrigatória nesses grupos.

Os mais antigos são movimentos regionais, como a Comissão Desportiva Cultural e Jovens (CDCJ), de Gatineau, a Roda de Samba de Ottawa e a Xpressions Band de Montreal. O Cena Canadense não podia ficar fora dessa e criou sua própria comunidade. O próprio Cena já noticiou outros grupos de programas de rádio e revistas lusófonos no Canadá.

Uma verdadeira rede de informações se criou e ajuda lusófonos do Canadá e do mundo todo a se integrar com uma eficiência nunca vista antes. Bom para todos os que falam a Língua Portuguesa no mundo. Contudo, há algo que deixa parte dos internautas meio chateada. Leandro Goulart, ator e diretor de teatro, reclamou outro dia em seu perfil das pessoas que usam o Facebook para jogar e acabam enchendo as páginas dos outros com comunicados que não o causam interesse. "Eu sou doido para o MST invadir Farmville", disse ele.

Thursday, January 14, 2010

O Silêncio do Corneteiro

Crônica de Antonio Marinho

Estava decidido. Após a última aula daquela sexta-feira, ele iniciaria a peregrinação boêmica-afetiva do final de semana. Todavia, não pôde esquivar-se do repetido convite de uma das suas alunas. E lá se foi com toda a turma visitar a Casa de Passagem – ou unidade de abrigo de idosos - por ela dirigida.

Abrigo público, que acolhia os indigentes, os abandonados das famílias e os deserdados da sorte. Como professor de Gerontologia Social na pós-graduação, ele lucraria com a visita. As suas horas de lazer a menos seriam, portanto, recompensadas pelas reflexões colhidas in loco.

Durante a visita um dos internos se sobressai aos demais. Da sua cadeira de rodas, uma das pernas amputada e a outra com os dias contados, o velho parece ter o comando do lugar. Controla o horário das refeições, as filas do banho, a programação da televisão, o volume do rádio. E até as enfermeiras.

Aquele rosto não lhe era de todo estranho. Curioso, o professor pergunta-lhe o nome. O velho interno dispara à queima roupa: Antônio Brioso de Mesquita. Então era isso. Brioso. A cor daquele nome perturba-lhe os olhos. O som daquele nome rompe as travas do seu doloroso compartimento de memórias.

Num instante, um filme projeta-se na tela da sua mente. Em segundos o professor revisita os momentos mais cruéis da sua vida. Recorda-se em 1964, ainda adolescente em Fortaleza, líder estudantil no que hoje é o Centro Federal de Educação Tecnológica - CEFET. A sala de aula. A aula de física. O oficial do Exército que chega para prendê-lo. A exigência da renúncia. A recusa da exigência. O interrogatório na 10a. Região Militar. A intervenção na entidade. A soltura.

O filme avança. Os dias passam. Vê-se pronto para a visita dominical à namorada Sueli. O jipe militar que chega. Os dois homens que dele saem. De novo, a detenção. O tour de tarde inteira por todas as delegacias e puteiros da cidade. A exibição dele às putas como o troféu dos dois homens. As humilhações. A longa genuflexão forçada em cada puteiro. O revólver apontado para a sua cabeça. Os nomes dos comunistas exigidos. Os nomes dos comunistas negados.

Ao fim do périplo, o novo interrogatório. A prisão no 23 BC. O mergulho na cela como rito de passagem à maturidade precoce. Os anos de clandestinidade, a resistência na guerrilha do Araguaia, as torturas ferozes nas mãos da repressão.

O nascimento da filha na clandestinidade, a quem só conheceu aos nove meses. A reunião com ela, pelas mãos da Cruz Vermelha Internacional, já no exílio no Chile. A ida, pós-queda de Allende, para o exílio no Canadá. Os anos de aculturação, ao gelo do clima e dos afetos, no novo país. O retorno ao Brasil com a Anistia. As seqüelas irreversíveis. As crises depressivas. Os remédios tomados.

Como quem ouve o estalar da fita que se finda, o professor recupera o senso de presença. Sua a cântaros. Uma vez a tortura, torturado para sempre. Aquela voz ainda reverbera ameaças aos seus ouvidos. Mas, e se fosse apenas um mero engano. De voz, de figura, de nome e de tudo? O professor, enfim, reage. Quis saber o que Brioso fizera no passado. Fora corneteiro do Exército por 12 anos. “E prendi muitos comunistas”, completa orgulhoso.

Então era ele mesmo, não havia dúvida. De língua solta, o velho desfila o nome de todas as suas vítimas. Todas conhecidas do professor. Muitas delas seus amigos.
- O senhor conheceu alguém de nome Pedro Albuquerque?, indaga o professor.
- Pedro de Albuquerque Neto, corrige o velho. “Prendi-o duas vezes. Ainda nem era homem feito”, arremata. Os alunos se entreolham boquiabertos.

A memória de Brioso navega veloz nas águas do seu passado “glorioso” e ele relata ao professor do presente todas as ameaças e constrangimentos impostos ao seu prisioneiro do passado. Agora certo do que vira e ouvira, mas ainda cauteloso, Pedro toma coragem e atira.

- O senhor não está me reconhecendo? Sou eu, Pedro, diz o professor. O velho pára, o olhar se embaça, e agora cada palavra na sua boca trêmula pesa uma tonelada. O silêncio desaba sobre alunos e internos, sobre o professor e o velho. Sim, ali estava um homem velho, digno de piedade e compaixão. Sob o impacto do momento ninguém consegue antecipar o próximo lance.

- Posso dar-lhe um abraço?, quis saber Pedro.
- Sim, mas somente se você não tiver ódio de mim, faz saber o velho.
Abraço longamente dado. Perdão sinceramente concedido. Brioso faz-se lágrimas e agradecimentos. “Foi Deus quem enviou você aqui”, concede. De sua parte Pedro, o professor, também sabe que aprendeu algo naquele momento. Sabe mais, que alguma coisa se curara dentro dele naquele abraço.

A aluna-diretora informa que quando assumiu a direção do abrigo, Brioso lá já se encontrava. Mas recorda-se dele de anos atrás, sempre bem vestido em roupas de ginástica da marca Adidas, nas vezes em que ia com o marido manhãzinha comprar frutas no Mercado São Sebastião de Fortaleza. Ela conta que ele fora recolhido como indigente, alguns anos depois, ao dormir sob as marquises do velho mercado, onde comia de favores e de sobras.

Revela ainda que o serviço social do abrigo procurara o Exército para recuperar o histórico do velho Brioso, agora nos seus presumidos 76 anos, já que ele não tem certidão de nascimento, e dar entrada num pedido de pensão para ele. O Exército informara desconhecer tal pessoa. E mesmo confrontado com testemunhos de cidadãos que viram Brioso acompanhado de vários oficiais, em ocasiões diversas, mantivera a negativa.

Agora, ante a curiosidade de Pedro, algum muro se erguera no superego de Brioso. A qualquer tentativa de trazer o seu passado à luz da razão e ao escrutínio do tempo, o velho contesta com frases desconexas.
- O EMFA - Estado-Maior das Forças Armadas - está vindo me tirar daqui, diz ele.
- E para onde vai levá-lo?, demanda o professor.
- Para o quartel-general do contingente da Europa; não vou ficar no Brasil, responde o interno.

Algum vento misterioso varreu para sempre todo e qualquer traço escrito da história de Brioso. Todas as buscas feitas pelo pessoal do abrigo a parentes e aos registros nos cartórios na cidade de Itapajé, onde ele alega haver nascido, tem resultado em nada.

Durante o período natalino, numa segunda visita, Pedro e Brioso, apaziguados com os seus fantasmas do passado, novamente se abraçam. O professor vem trazer a caixa de biscoitos Pilar que o velho interno havia pedido.

Pedro, então, quer saber se Brioso arrepende-se de alguma coisa do seu passado de agente da ditadura. Brioso responde que arrepende-se unicamente de nunca haver feito sexo na vida.
- Nunca tive desejos de manter relações sexuais, confessa.

A conversa segue pelos caminhos da lógica. Mas quando o professor se oferece como advogado para abrir um processo contra o Exército e pleitear o reconhecimento do seu trabalho e uma pensão para a sua velhice, Brioso responde cerrando os olhos e fingindo adormecer:
- Papai não me deixa fazer isso. Só posso falar com você quando sair desta prisão.

Brioso continua no abrigo. Esquecido de todos. Pedro recuperou parte da sua vida profissional no Brasil depois de voltar do Canadá, com a então esposa, Tereza, e os filhos Izabela, Joana e Bergson. Atualmente, depois de ter vivido um exílio voluntário em Ottawa, capital do Canada, onde fez PhD em Criminologia, Pedro voltou a morar em Fortaleza depois de haver encontado a amada dos seus sonhos e ter se casado novamente aos 63 anos. Ele é a única visita que Brioso tem recebido durante um longo tempo.

Wednesday, January 13, 2010

Curso de Fotografia a Distância


O Curso Básico de Fotografia oferecido gratuitamente pelo Cena Canadense aos seus leitores teve o início de suas aulas no dia sete de janeiro, mas nenhum aluno se matriculou. Por conta disso, haverá um novo início no dia 18 deste mês. É a última oportunidade de fazer o curso, que é a distância, tem duração de três meses, avaliações semanais e um trabalho de conclusão.

Para fazer a matrícula, o estudante tem que gerar login e senha no site Educação NaNet. Depois disso, é preciso fazer a matrícula no curso de fotografia, usando a senha descrita mais abaixo neste mesmo post. Todo o processo é de graça até o fim do curso. Há ainda outros cursos disponíveis no mesmo site, mas a gratuidade é garantida apenas para o curso do Cena.

Como em todos os cursos de fotografia, é fundamental o aluno fazer muitos exercícios práticos. As aulas teóricas são apenas uma pequena parte do processo de estudo. Ao longo dos três meses, os estudantes podem agendar aulas complementares de até uma hora por semana, ministradas pelo MSN Messenger.

No ano de 2009, este empreendimento ajudou estudantes carentes de regiões pobres no Brasil, como por exemplo, no Complexo de Favelas do Alemão, no Rio de Janeiro. Atualmente, alguns destes estudantes já atuam no mercado de trabalho como profissionais de fotografia.

Serviço:
Curso Básico de Fotografia - gratuito para os leitores do Cena Canadense
curso a distância - EAD - no site Educação NaNet:
http://www.educacaonanet.com.br/professores/course/view.php?id=64
Senha de matrícula: sebastiaosalgado (tudo junto e sem acento)
Início das aulas: 18 de janeiro
Matrículas até: 18 de fevereiro
Fim do curso: 11 de abril
Outras informações: cltostes@ig.com.br

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Tuesday, January 12, 2010

Portugueses de Montreal


A Comunidade de portugueses em Montreal inaugurou no último domingo (10/01/2009) um espaço no Facebook para trocar impressões e informações sobre a cultura portuguesa. Trata-se do Royal Portuguese Montreal Page, que já reúne 123 pessoas.

Já está disponível na página um cojunto bem variado de vídeos de artistas portugueses que moram por todo o mundo. Além disso, entre as fotografias do álbum, estão imagens do futebol português, dos colonos em Montreal, de belas portuguesas e de alguns brasões e logomarcas referentes a atividades de portugueses na Internet. Força Portugal!

Outra comunidade é mais antiga e igualmente importante. É a Portuguese Community of Montreal, com 428 membros e muitas fotografias. Nesta aí o leitor amigo pode até mesmo encontrar namoradas.

Clique aqui para conhecer a Royal Portuguese Montreal Page.

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Monday, January 11, 2010

Portugueses Sorriem Menos

Pesquisadores portugueses descobrem que o povo português sorri menos hoje em dia.



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Sunday, January 10, 2010

Saudade de Torta de Frango

O Marché Brasil, de Gatineau (QC), começa o ano de 2010 com uma inovação no cardápio de comidas congeladas. É a torta de frango, feita também com batata, cenoura e azeitona verde. É uma refeição para duas pessoas e cada unidade de 650 gramas será vendida a Cad$13.90.

"Basta tirar do congelador e colocar direto no forno para assar, uma beleza!", dizem Paulo e Luciana, o casal dono do negócio. "Assim como os outros congelados, pedimos que a encomenda seja feita com uma antecedência mínima de dois dias", acrescentam. Luciana é quem prepara os alimentos em casa e tem muita precoupação com higiene.

Mais do que isso, as refeições também ganharam sabor de economia. Na compra de três congelados o freguês ganha um desconto de 10%. O Kibe já é um sucesso e ainda vem por aí a lasanha.

"Nosso Marché Brasil nasceu da vontade de oferecer a comunidade brasileira a oportunidade de matar saudades de alguns produtos que não encontramos com facilidade nos mercados daqui. Ainda em busca do melhor espaço comercial para abrigar nossa lojinha da saudade, resolvemos não perder tempo e começar a atender nossos clientes em casa mesmo, dando ênfase também às entregas em domicílio", dizem eles.

Serviço:
Marché Brasil
http://www.marchebrasil.com
Paulo e Luciana
#4 -756, boul. St-Joseph
Gatineau/QC J8Y 4B8
Phone: (819) 503-3920

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Monday, December 28, 2009

Réveillon com Florquestra



O grupo Florquestra Brasil promete animar a noite de passagem de ano. Regina Teixeira, Leonardo Constant e Silvio Módolo farão um espetáculo na noite de réveillon no Jazz'oo, no Centro de Ottawa. O show começa às 20 horas e a Florquestra promete que vai ter muito samba, bossa-nova e MPB.

Serviço:
Local: Jazz'oo European Bar & Lounge
Dia: 31/12/2009
Hora: 8:00pm
Endereço: 132 Sparks St. (entre Meltcafe e O'Connor)
Ottawa, ON
K1p5B6

Clique aqui para ver a Florquestra Brasil no MySpace.
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Monday, December 14, 2009

Embaixador de Portugal Parabeniza Centro Português


O Embaixador de Portugal Pedro Moitinho de Almeida esteve na festa de 35 anos do Centro Comunitário Português Amigos Unidos (CCPAU). Ele ressaltou a importância do espaço na preservação da cultura portuguesa em Gatineau. O Presidente do Centro, Alberto Dias, fez uma pequena avaliação de sua gestão, que chega perto do fim.

Em breve discurso depois do jantar de aniversário do CCPAU, o Embaixador destacou que o Centro ajuda na preservação das tradições, da cultura e da Língua Portuguesa no Canadá. Os membros do Centro sabem que suas maiores metas são de fato suas maiores dificuldades, e o Embaixador reconheceu o esforço da comunidade nesse sentido.

O Presidente do Centro, Alberto Dias, aproveitou seu discurso para ressaltar as dificuldades encontradas durante sua gestão. Ele rechaçou as críticas a sua administração e as classificou de mentiras. “É difícil agradar a todos”, disse ele mais tarde em conversa com o Cena Canadense. Alberto Dias resgatou em sua fala o sentimento de união daqueles que construíram o CCPAU.

O Senhor Fernando Henriques, Presidente da Mesa de Assembleia Geral do CCPAU, fez seu discurso lembrando da história de construção do Centro, preocupado com a preservação da união entre os portugueses da localidade. Lembrou do Padre Araújo, citado no livro do 25º aniversário por sua destacada colaboração na tentativa de conseguir ajuda do Governo Português à época da construção do Centro.

“Quem não gosta de respirar o ar de sua terra?”, questionou Fernando Henriques ao afirmar que o CCPAU tem a atmosfera de Portugal. Terminados os rápidos discursos, o Presidente Alberto Dias liderou a abertura de 10 garrafas de champagne para um brinde coletivo. Todos os presentes levantaram suas taças pelo Centro e depois 10 bolos entraram pelo salão ao som de “Parabéns P’ra Você”, tocado pelo grupo Nossa Moda.

O Deputado Federal Marcel Proux e a Deputada de Gatineau Marise Gaurdrean compareceram logo em seguida para prestigiar a festa. Muito sorridentes, cumprimentaram todos os membros da gestão liderada por Alberto Dias. A Orquestra Nossa Moda animou a festa até a madrugada seguinte.

Ao som de músicas portuguesas e brasileiras, pessoas de todas as idades, portuguesas e até brasileiras, dançaram muito e se divertiram bastante. Mesmo os responsáveis pela administração do Centro revezavam-se entre receber bem desde o convidado mais simples ao mais ilustre, cuidar de detalhes técnicos da festa e colaborar nos serviços da cozinha e das mesas.

A timidez de alguns homens fez que um terço das pessoas que dançavam nas pistas fosse sempre composto por duplas de mulheres que não se furtavam da alegria. Segundo a simpática Fátima Costa, do Grupo da Terceira Idade, “os homens não querem, os homens não gostam de dançar”, afirmou dando boas risadas. “Os homens querem ficar no bar conversando e não querem dançar. Então as mulheres dançam”, complementou.

Não foi o caso do Presidente Alberto Dias que, mesmo sem jeito para a dança, ainda arriscou seus passos na pista. Em seguida, uma peça de teatro de comédia organizada por Stephen Pacheco, filho de portugueses e nascido em Ottawa, arrancou muitas gargalhadas da plateia e abriu a apresentação de um excelente grupo de dança chinês.

“Levamos duas semanas para ensaiar essa peça, mas de outra vez levamos até mais tempo, três meses”, afirmou Stephen, que também era responsável pela sonorização da festa. Ele começou a estudar teatro este ano e já é sucesso em sua comunidade. Seu irmão Brian Pacheco e José Tavares aderiram à comédia e ajudaram a entreter os 240 convidados da festa.

A apresentação do grupo de dança chinês trouxe ainda mais beleza à festa. Coloridas e muito elegantes, as performances chinesas encantaram os presentes. O rapaz da espada também agradou a todos com sua performance.

A animação dos portugueses encantou também os que convivem a menos tempo com os membros do Centro. Ricardo Henrique Tabone é brasileiro e casado com uma das Professoras de Português do Centro, Sandra Anacleto. Ele e principalmente a linda filha do casal apreciaram muito a festa. Uma canadense que não se identificou disse que gosta das festas da comunidade. “Eles se juntam, comem, celebram e eu acho isso muito interessante”, disse ela.

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Wednesday, December 9, 2009

Centro Português de Hull Completa 35 Anos


REPORTAGEM ESPECIAL

O Centro Comunitário Português Amigos Unidos, em Hull-Gatineau, completa 35 anos este mês e prepara uma festa inesquecível em sua sede, na 42 Hanson, dia 12 de dezembro, às 19 horas. Haverá um jantar e a apresentação da Orquestra Nossa Moda, que promete animar muito o ambiente. Antes, às 18 horas, haverá uma missa no mesmo Centro.

As festas portuguesas são conhecidas pela organização impecável. Eles avisam que é preciso fazer reservas com antecedência. A ementa do jantar inclui entrada, sopa, salada, New York Steak, legumes, batata parisienne, sobremesa, chá ou café. Adultos pagam $25 e crianças pagam apenas $12.

Como a data é a mais importante do ano para todos os portugueses que moram em Hull, esta festa promete ser a melhor de 2009. O Cena Canadense já conferiu o Jantar de Mariscos no mês passado e observou que realmente as festas organizadas por eles são as melhores.

História Marcante do Centro Português
A história do Centro Comunitário Amigos Unidos de Hull é repleta de fatos marcantes. Mesmo antes da inauguração do Centro, os portugueses que migraram para Hull já sentiam a necessidade de se unir em torno de um espaço que fosse sua casa. Do sonho à realidade, muito trabalho foi necessário. A tradição desbravadora desse povo foi fundamental para que hoje tenham seu espaço.

O Centro é visto como um monumento à trajetória dos colonos que chegaram ao Canadá. Sempre por algum motivo ligado à história de Portugal, os portugueses sonhavam em emigrar, melhorar de vida e retornar a sua terra. Isso tudo, somado ao gosto que seu povo tem pela aventura, trouxe vários lusitanos para a América do Norte.

Quando o Centro completou 25 anos, seus diretores organizaram um livro contando toda a história da chegada desses colonos, trazendo ao conhecimento inclusive dos mais novos, já nascidos no Canadá, todas as dificuldades enfrentadas por eles na adaptação à nova terra. A leitura do livro é bastante recomendável para portugueses, seus filhos, netos, bisnetos, e até mesmo aos brasileiros. É uma lição de senso comunitário.

O livro conta que foram vários os motivos de saída de portugueses de suas terras, em diferentes momentos da história. A pobreza, o desemprego, o recrutamento para a Guerra Colonial e a imobilidade social em Portugal são apontados como algumas das razões fundamentais que fizeram com que os portugueses deixassem seu país.

Naqueles tempos, eles não deixavam Portugal com a intenção de permanecer no Canadá. Havia sempre o sonho de voltar para sua terra. Porém, depois de um período por aqui, conseguiam se adaptar à cultura canadense, aprendiam a falar a língua e acabavam por trazer seus parentes que haviam ficado em Portugal.

Em 1985, o processo de emigração sofreu alterações em Portugal. Apesar da comunidade por aqui já ser muito grande, diminuiu bastante o número de novos portugueses que chegavam ao Canadá. Junto disso, a qualidade de vida melhorou muito na terra lusa.

Desde 1962, a comunidade portuguesa acumulava experiências de tentativa de preservação de sua cultura. Descrita no livro como religiosa e bem fechada, a comunidade alugava um horário de missa numa igreja. Os portugueses aproveitavam o fim da missa para conversar, trocar impressões e se reunir.

Mesmo dentro do horário alugado, muitas vezes eles eram postos para fora da igreja. Em certas ocasiões, as luzes foram apagadas antes mesmo do fim da missa. E quando esta terminava, eles eram conduzidos para fora causando muito desconforto, principalmente em épocas de frio. O acúmulo dessas vivências fez com que eles se juntassem para construir o seu próprio Centro.

Onze anos depois eles conseguiram inaugurar o Centro Comunitário Português Amigos Unidos, nome dado em lembrança à primeira tentativa, entre 1963-64, que era comercial e, segundo o livro, ajudou muita gente. Porém, durante esses 11 anos muita luta e muitos esforços de vários segmentos da comunidade colaboraram para que ela atingisse seu sonho. Ao longo de sua narrativa histórica, o livro conta detalhes interessantíssimos desse período.

Há, por exemplo, a história de um penedo que atrapalhava há muito tempo a passagem de caminhões durante as obras. Como tudo era feito com recursos que os próprios portugueses reuniam, um deles resolveu quebrar o penedo. Deus três marretadas sem sucesso. Parou um pouco, foi pegar vinho e um sanduíche, enquanto rezava pedindo ajuda aos céus. Voltou, deu mais uma marretada e nada aconteceu. Rezou bastante, tomou mais vinho, deu outra mordida em seu sanduíche e partiu com a marreta para cima do penedo. Foi quando conseguiu.

Mesmo em épocas de grandes dificuldades, os portugueses de Hull juntavam suas economias, voluntariavam-se para o trabalho e faziam as obras necessárias para levantar o Centro com sua igreja. O dia da inauguração foi motivo de grande orgulho e festa.

A história sofrida e heróica desta comunidade é o motivo de tanto orgulho. Há 35 anos o suor de cada português envolvido com esta trajetória está representado no monumento Centro Comunitário Português Amigos Unidos. E é isso que eles vão celebrar agora em dezembro. Mesmo os que ainda hoje lutam pela manutenção do Centro são grandes exemplos para os outros falantes da Língua Portuguesa no Canadá.

Fatos Históricos

Alguns momentos históricos de Portugal são relacionados ao Centro Comunitário Português Amigos Unidos no livro que celebrou seu 25º aniversário, há 10 anos:

1910-1932 – Fim da monarquia em Portugal, que existia desde o século XII;

1932 – Salazar torna-se Primeiro Ministro de Portugal. Logo depois cria o Estado Novo, instaurando a ditadura, que durou de 1933 a 1974;

1953 a 1954 – Chegada de muitos açorianos a Hull, aproveitando a necessidade de mão-de-obra existente no Canadá. Em Halifax, chegaram de navio ao Canadá. Foram em seguida para Montreal, onde foram divididos. Vieram para Hull os que tinham experiência com agricultura. Tiveram dificuldades de adaptação por causa da língua, do frio, dos hábitos alimentares e da solidão. Quando dois ou três portugueses se encontravam na rua, a polícia vinha desfazer o grupo pensando se tratar de algum encontro secreto que pudesse colocar em risco a segurança pública. Como não dominavam bem a língua, usavam gestos e sinais para se comunicar com os canadenses, o que às vezes causava problemas bem graves. Sofriam com brincadeiras de mau gosto dos colegas canadenses. Houve até problema sério com a polícia. Depois de adaptados e dominando a língua, optavam por trazer suas famílias em vez de voltar para encontrá-la em Portugal;

1960 – Começou a Guerra Colonial, em que os portugueses eram convocados, mesmo conta a vontade para lutar contra os revoltosos nas colônias que Portugal ainda havia;

1960 a 1976 – 1557890 emigrantes deixaram Portugal, sendo 574905 (36%) ilegalmente, sem a permissão do Governo Português;

1962 – Os portugueses começaram a se unir em torno da ideia de construir um espaço próprio, onde houvesse uma igreja e pudessem se sentir à vontade numa casa que fosse sua;

1973 – Fundação do Centro Português Amigos Unidos, nome dado em lembrança a outra tentativa de 1963-64, que tinha fins comerciais e ajudou muita gente;

1974 – Revolução dos Cravos;

5/1974 – Associação deu origem à Filarmônica Nossa Senhora de Fátima;

9/1974 – Associação incorporada ao Governo de Quebec; tinha como objetivos principais agrupar os portugueses de Hull, promover a cultura e favorecer a integração harmoniosa;

15/12/1974 – Inauguração do Centro Comunitário Português Amigos Unidos, em Hull.

1985 – Comunidade ainda cresceu muito, mas parou após mudanças nas leis de emigração portuguesa. A qualidade de vida em Portugal melhorou;

1987 – Obras para aumentá-lo;

1999 – Grande festa de 25 Anos do Centro.

Até hoje o Centro Comunitário Português Amigos Unidos exerce importante papel na preservação da cultura portuguesa no Quebec. Todos os portugueses são bem acolhidos e o Centro os assiste nos planos cultural, religioso, humano, cívico, escolar, artístico, do desporto e lazer, na confraternização e comunicação. Tratam-se de esforços feitos com muita dedicação para integrar a cultura portuguesa com a cultura canadense.

Festa de Natal

Um grande exemplo do esforço de integração dos portugueses é a sua Festa de Natal, que ocorrerá no domingo seguinte, dia 13 de dezembro, às 15 horas. Este ano, por exemplo, as crianças e adolescentes filhos e netos de portugueses, já nascidos no Canadá, estão ensaiando um Auto de Natal. Haverá ainda um palhaço e bolo para a criançada, e Vinho do Porto para os adultos.

As esforçadas professoras Carla Vaz e Sandra Anacleto, de Língua Portuguesa, Krystal Soares, de Artes, e Odélcia Rodrigues, de Teatro, juntaram-se para ensaiar os meninos e meninas. Carla e Sandra cuidam do entendimento do texto, Krystal preocupa-se com figurino e cenário, e Odélcia ensaia a apresentação de teatro. Sandra Anacleto compromete-se ainda em ajudar as professoras de Artes e Teatro na integração de seus trabalhos com o texto.

Os jovens, muitos dos quais ainda tímidos e sem muita desenvoltura no palco, esforçam-se para representar a ocasião sagrada do nascimento de Jesus Cristo. Divertindo-se muito com as vestimentas, experimentam a relação entre religião e cultura.

“A festa será aberta ao público”, garante Aurelina Arruda, uma mulher muito ativa e responsável pelas finanças do Centro. Aurelina, sempre muito elegante e simpática, brinca com a reportagem: “Teremos bolo e Vinho do Porto, bolo para as crianças e vinho para os adultos, é claro”, diz arrancando boas risadas de todos os presentes.

Haverá um Pai Natal (“Papai Noel no Brasil”, lembra Sandra Anacleto que é casada com um brasileiro) e ele trará presentes para todas as crianças. “Não será nada de especial, apenas um brinquedinho simples”, acrescenta Aurelina entre uma reunião e outra neste fim de ano corrido dentro do Centro Comunitário.

Serviço:
Festa de 35 Anos do Centro Comunitário Português Amigos Unidos
Jantar e Dança com a Orquestra Nossa Moda
Ementa do Jantar: entrada, sopa, salada, New York Steak, legumes e batata parisienne, sobremesa, chá ou café.
Adultos: $25; Crianças: $12
Reservas:
Natalie da Silva – (819) 360-3702
Maria Ferreira – (819) 243-0903
Manuela Neves – (819) 772-8607
Aurelina Arruda – (613) 314-2600
ccpau.adm@videotron.ca
Organização: Sol e Mar

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